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	<title>Discipulado Crescendo em Cristo &#8211; Prgreyck</title>
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	<title>Discipulado Crescendo em Cristo &#8211; Prgreyck</title>
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		<title>Além do Púlpito: o compromisso inabalável do pastor</title>
		<link>https://prgreyck.com.br/discipulado-crescendo-em-cristo/o-pregador-e-seus-criticos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prgreyck]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 13:29:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discipulado Crescendo em Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[ALÉM DO PÚLPITO: O COMPROMISSO INABALÁVEL DO PASTOR Atos 20:24-32 By Pr. Márcio Greyck Texto Bíblico: “Mas em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.&#8221; &#8211; (Atos 20:24). INTRODUÇÃO Muitos veem o &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://prgreyck.com.br/discipulado-crescendo-em-cristo/o-pregador-e-seus-criticos-2/"> <span class="screen-reader-text">Além do Púlpito: o compromisso inabalável do pastor</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>ALÉM DO PÚLPITO: O COMPROMISSO INABALÁVEL DO PASTOR</strong></h1>
<h4 style="text-align: center;"><strong>Atos 20:24-32</strong></h4>
<p style="text-align: right;"><strong><em>By Pr. Márcio Greyck</em></strong></p>
<h4></h4>
<p><strong>Texto Bíblico: </strong><em>“</em><em>Mas em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.&#8221; &#8211; </em>(Atos 20:24).</p>
<h4><strong>INTRODUÇÃO</strong></h4>
<ol>
<li>Muitos veem o púlpito como um simples pedaço de madeira, mas para o pastor, ele representa muito mais. Representa um chamado, uma responsabilidade e, acima de tudo, um compromisso profundo com a Palavra de Deus. Hoje, exploraremos esse compromisso através das palavras da herança do apóstolo Paulo em Atos 20:24-32.</li>
<li>Paulo, mesmo diante das adversidades, jamais vacilou em sua missão. Seu compromisso com o Evangelho era tão profundo que ele afirmou: <em>&#8220;Mas em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.&#8221; </em>(Atos 20:24).</li>
<li>Imagine um marinheiro enfrentando um mar feroz, mas mantendo o curso, porque sabe a importância de sua jornada. Paulo era esse marinheiro, e a Palavra de Deus, seu Norte.</li>
</ol>
<p><strong>I – O COMPROMISSO DO PASTOR COM O MINISTÉRIO &#8211; ( Atos 20:24)</strong></p>
<ul>
<li>O apostolo sintetiza o seu ministério em três verdades sublimes. Ele diz aos presbíteros de Éfeso: “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus” – Atos 20:24</li>
<li>Destaquemos essas três verdades.</li>
</ul>
<h4>A. <strong style="font-size: 16px;">Vocação</strong></h4>
<ul>
<li>Atos 20:24. Paulo diz que recebeu o ministério do Senhor Jesus. Ele não se lançou no ministério por conta própria. Foi chamado, vocacionado e separado para esse trabalho. Não se tornou um pastor porque buscava vantagens pessoais.</li>
<li>Não entrou para a lista dos ministros buscando segurança, emprego ou lucros financeiros. Não entrou no ministério com motivação erradas. O mesmo Senhor que apareceu para ele em gloria no caminho de Damasco também o chamou, o separou, o capacitou e o revestiu de poder para exercer o ministério.</li>
<li>Paulo, revela um profundo entendimento de sua vocação divina, priorizando sua missão acima da própria vida. Sua dedicação ecoa nas palavras de Ellen G. White: &#8220;Deus nunca pede a alguém que faça um sacrifício&#8221; (<em>White, Ellen G., Testemunhos para a Igreja, 1ª ed., Tatuí – SP. Casa Publicadora Brasileira, 2009, p. 258</em>). Assim, Paulo confirmou em seu chamado não um fardo, mas uma honra divina, orientando seu ministério pela graça de Cristo.</li>
<li>É o senso de vocação que dá ao pastor forças nas horas difíceis. É a certeza do chamado divino que lhe dá direção em tempos tenebrosos. É a convicção de que é o Espírito Santo quem nos constitui pastores sobre o rebanho e que nos dá paz para continuar no trabalho, mesmo diante de circunstancias adversas.</li>
</ul>
<h4>B. <strong style="font-size: 16px;">Abnegação</strong></h4>
<ul>
<li>Atos 20:24, onde Paulo declara: &#8220;Mas em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus&#8221;, é um testemunho poderoso de abnegação. A abnegação, no contexto deste versículo, não é apenas o ato de renunciar a desejos pessoais, mas é uma entrega profunda de si mesmo por uma causa maior.</li>
<li>Paulo expressa um desapego à vida terrena em favor do chamado celestial. Ele coloca sua missão de proclamar o Evangelho acima de sua própria segurança e conforto. A verdadeira abnegação, como exemplificada por Paulo, envolve sacrificar interesses pessoais pelo bem do Reino de Deus. Nesse espírito, a abnegação torna-se uma poderosa ferramenta de testemunho, demonstrando a transformação que o Evangelho pode operar no coração humano.</li>
<li>Paulo não estava em uma corrida desenfreada em busca de prestigio, likes ou fama. Seu proposito não era ser aplaudido ou ganhar prestigio entre os homens. Estava pronto a sofrer toda sorte de perseguição e privação para pastorear. Estava disposto a ser preso, a sofrer ataques externos e temores internos para pastorear a igreja de Deus. Estava pronto a dar sua própria vida para cumprir cabalmente seu ministério.</li>
<li>Este princípio é ecoado nas palavras do teólogo John Stott: &#8220;O verdadeiro discipulado significa renúncia a nós mesmos&#8221; (<em>Stott, John, O Discípulo Radical, 1ª ed., São Paulo, Editora Vida Nova, 2010, p. 35</em>). Tal renúncia não é vista como perda, mas como ganho, alinhando-se à missão de proclamar o Evangelho ao mundo.</li>
</ul>
<p><strong>C Paixão</strong></p>
<ul>
<li>A declaração de Paulo em Atos 20:24 revela uma paixão ardente por sua missão de testemunhar o evangelho da graça de Deus. Ele não vê sua vida como preciosa em si mesma, mas em relação ao propósito divino que lhe foi confiado. Esta paixão pelo Evangelho é resumida nas palavras do teólogo AW Tozer: &#8220;Nada é tão poderoso quanto um cristão que vive totalmente para Deus&#8221; (<em>Tozer, AW, A Busca do Homem por Deus, 2ª ed., São Paulo, Editora Mundo Cristão, 2006, pág. 48</em>). Esse fervor, nascido da compreensão profunda da graça de Deus, impulsiona os crentes a viverem com paixão e propósito no ministério.</li>
<li>A paixão de Paulo por testemunhar a graça divina, conforme Atos 20:24, reflete um compromisso intenso com o Evangelho. Ellen G. White escreveu: &#8220;O amor de Cristo nos constrange&#8221; (<em>White, Ellen G., O Desejado de Todas as Nações, 1ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2009, p. 668</em>), enfatizando a paixão que deve mover cada crente em sua missão.</li>
<li>Sua mente estava totalmente voltada para a pregação. Seu tempo era todo dedicado à pregação. Mesmo quando estava preso, entendia que a palavra não estava algemada.</li>
</ul>
<h4><strong>II – O COMPROMISSO DO PASTOR COM A IGREJA (Atos 20:28-32)</strong></h4>
<ul>
<li>Nos versículos 28 a 32, Paulo fala sobre o compromisso do pastor com a igreja. Queremos destacar alguns pontos cruciais para a excelência do seu ministério.</li>
</ul>
<h4>A. <strong style="font-size: 16px;">O pastor deve cuidar de todo o rebanho, e não apenas das ovelhas mais dóceis.</strong></h4>
<ul>
<li>Há ovelhas dóceis e indóceis. Há ovelhas que obedecem ao comando do pastor e ovelhas que se rebelam e fogem de debaixo do cajado do pastor. Há ovelhas que escoiceiam o pastor e aquelas que são o deleite do pastor. Há um grande perigo de o pastor cuidar apenas das ovelhas amáveis e deixar de lado as outras. A ordem divina ´é que o pastor deve cuidar de todo o rebanho, e não apenas de parte dele.</li>
<li>Ellen G. White ressalta: &#8220;Cristo sente o mais terno cuidado por todos que procuram ser como Ele em caráter&#8221; (<em>White, Ellen G., Parábolas de Jesus, 1ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2000, p. 119</em>). Este chamado enfatiza a atenção equitativa do pastor a cada membro.</li>
</ul>
<h4><strong>B. O pastor não é o dono, mas servo do rebanho – (Atos 20:28)</strong></h4>
<ul>
<li>A igreja é de Deus e não do pastor. Jesus é o único dono da igreja. o Senhor nunca nos deu uma preocupação para nos apossarmos da sua igreja. Na igreja de Deus não existe chefes, caudilhos e donos. Na igreja, todos nós somos nivelados no mesmo patamar, somos servos. Aqueles que se arvoram em donos da igreja e tratam-na como uma empresa particular, buscando abastecer-se das ovelhas, em vez de servi-las e pastoreá-las, <em>estão em franca oposição ao proposito divino</em>.</li>
<li>A igreja não é uma empresa, mas o corpo de Cristo. Aqueles que buscam se beneficiam dela, em vez de servi-la, desviam-se do propósito divino. Ellen G. White adverte: &#8220;Os que buscam o próprio interesse destroem a influência espiritual&#8221; (<em>White, Ellen G., Testemunhos para a Igreja, vol. 2, 3ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2001, p. 132</em>). O chamado é para pastorear e servir, seguindo o exemplo de Cristo, que veio para servir e não para ser servido.</li>
</ul>
<h4><strong>C. O pastor não pode impor-se arbitrariamente como líder do rebanho – (Atos 20:28)</strong></h4>
<ul>
<li>O pastor precisa ter plena consciência de que foi o Espírito Santo quem o constituiu pastor para pastorear a igreja. qualquer atitude de manobra humana ou politica de bastidor para continuar à frente de uma igreja é uma conspiração contra o plano de Deus. O pastorado não deve ser imposto. O pastor não pode agir com truculência. Ele não é ditador, mas um pai. Não é explorador do rebanho, mas servo do rebanho. Há muitos pastores que constrangem as ovelhas e se impõem sobre elas com rigor despótico, 1Pe 5:3.</li>
<li>John Stott observa: &#8220;O poder autêntico é o serviço; e a humildade, não o domínio ou a coerção, é a marca da verdadeira liderança&#8221; (<em>Stott, John, O Discípulo Radical, 1ª ed., São Paulo: Editora Vida Nova, 2010, pág. 67</em>). Assim, uma liderança eficaz na igreja reflete o caráter de Cristo, que serviu e sacrificou-se pelo bem de todos.</li>
<li>Há pastores que orquestram vergonhosamente para permanecer no pastorado da igreja, fazendo acordos e conchavos pecaminosos. O pastor não deve aceitar o pastorado de uma igreja nem sair dela por conveniência, vantagens financeiras ou pressões. Ele precisa saber que, antes de ser pastor do rebanho, é servo de Cristo.</li>
</ul>
<h4><strong>D. O pastor precisa compreender o valor da igreja aos olhos de Deus – (Atos 20:28)</strong></h4>
<ul>
<li>O papel do pastor vai além da liderança; é uma vocação divina para cuidar da igreja, que é preciosa aos olhos de Deus. Em Atos 20:28, somos lembrados do imenso valor da igreja, comprado pelo próprio sangue de Cristo. Dietrich Bonhoeffer, afirmou: &#8220;A igreja é o corpo de Cristo, e esse corpo vive e cresce&#8221; (Bonhoeffer<em>, Dietrich, Vida em Comunhão, 2ª ed., São Paulo: Editora Sinodal, 2002, p. 45</em>). Assim, o pastor, ao reconhecer esse valor divino, é chamado a servir com paixão, dedicação e amor incondicional.</li>
<li>A igreja é a noiva do Cordeiro, a menina dos olhos de Deus. Ele a comprou com o sangue de Jesus. Tocar na igreja de Deus é ferir a noiva do Cordeiro. Deus tem zelo pelo seu povo (Êxodo 4:22-23). Perseguir a igreja é perseguir ao próprio Senhor da Igreja. Quem fere o corpo atinge também a cabeça. Os pastores que tratam com rigor desmesurado as ovelhas de Cristo e dispersam o rebanho ou deixa de protegê-lo dos lobos vorazes estão desprezando a noiva do seu Filho bendito!</li>
</ul>
<h4><strong>E. O pastor precisa proteger o rebanho dos ataques externos – (Atos 20:29)</strong></h4>
<ul>
<li>Em Atos 20:29, Paulo adverte sobre lobos vorazes que não poupariam os rebanhos. Este versículo destaca a importância do papel do pastor em proteger sua congregação de ataques externos, sejam eles doutrinários, espirituais ou mesmo físicos. O papel de um pastor não é apenas guiar, mas também proteger e defender sua congregação das muitas ameaças que podem vir de fora.</li>
<li>Ellen G. White, em suas reflexões sobre o ministério pastoral, escreveu: &#8220;Satanás está ativo, inventando maneiras e meios pelos quais possa destruir almas. Sempre que possível, ele fará com que os perigos que ameaçam a igreja sejam mantidos fora de vista&#8221; (<em>White, Ellen G., Atos dos Apóstolos, 1ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2006, p. 173</em>). Esta citação sublinha a necessidade de vigilância constante.</li>
<li>O pastor, portanto, deve estar atento e vigilante, monitorando os sinais dos tempos e os esquemas do inimigo. Ele deve estar equipado com a Palavra de Deus, orando constantemente por discernimento e sabedoria. A proteção dos rebanhos não é uma tarefa fácil, mas é uma responsabilidade sagrada confiada a ele por Deus. Ao fazê-lo com diligência e fidelidade, o pastor não apenas guarda sua congregação, mas também cumpre seu chamado divino.</li>
<li>A proteção dos rebanhos é uma tarefa sagrada e de grande responsabilidade. Mas com a direção divina, a oração fervorosa e o apoio da comunidade, é uma missão que pode ser cumprida com sucesso.</li>
</ul>
<h4><strong>F. O pastor precisa proteger o rebanho dos ataques internos – (Atos 20:30)</strong></h4>
<ul>
<li>O perigo não vem apenas de fora, mas também de dentro. Há aqueles que se levantam no meio da igreja declarando coisas perniciosas e arrastando após si as ovelhas. Há lobos vestidos com peles de ovelhas dentro da igreja. há falsos mestres enrustidos que buscam uma ocasião para se manifestar e provocar um estrago no arraial de Deus.</li>
<li>O pastor precisa ser zeloso no ensino, não dando guarida nem oportunidade aos oportunistas que se infiltram no meio da igreja disseminar suas heresias.</li>
<li>Em Atos 20:30, o pastor, portanto, tem uma responsabilidade crucial de proteger o rebanho, não apenas de ameaças externas, mas também das internas. Ellen G. White ressalta: &#8220;Nem todos que professam guardar os mandamentos de Deus possuem sua aprovação&#8221; (<em>White, Ellen G., Profetas e Reis, 1ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2004, p. 142</em>). Esta afirmação sublinha a necessidade de discernimento e vigilância pastoral constante.</li>
</ul>
<h4><strong> </strong><strong>Conclusão</strong></h4>
<p>A liderança pastoral vai além do simples ato de guiar; envolve a proteção integral dos rebanhos contra ameaças, tanto externas quanto interna. Como Ellen G. White enfatiza: &#8220;O maior querigma da igreja é a pureza entre seus membros&#8221; (<em>White, Ellen G., Testemunhos para a Igreja, vol. 5, 1ª ed., Tatuí – SP: CPB, 2002, p. 83</em>).</p>
<p>John Stott complementa: &#8220;A verdadeira liderança eclesiástica defende a verdade e protege o povo&#8221; (<em>Stott, John, O Pastor Autêntico, 2ª ed., São Paulo: Editora Vida Nova, 2010, p. 77</em>). Assim, os pastores devem ser vigilantes, discernindo cuidadosamente os desafios que enfrentam, e sempre confiando na orientação divina.</p>
<p>Em meio aos desafios, a fortaleza da igreja reside na sua unidade e vigilância. Cada membro, junto com seu pastor, forma uma linha de defesa contra ameaças. A decisão de proteger a integridade da igreja começa conosco. Que cada coração aqui presente escolha, neste momento, se posicionar ao lado da verdade, fortalecendo nossa comunidade. Juntos, com determinação e fé, podemos e devemos fazer a diferença. Escolha proteger, escolha unir-se!</p>
<h4><strong>Apelo</strong></h4>
<p>Irmãs e irmãos, a pureza e a integridade da igreja estão em jogo. Os desafios são reais, mas temos a certeza da direção divina. Peço que unam forças com seus pastores, apoiando-os em sua missão vigilante. Sejamos um povo determinado, que se comprometa a defender a verdade e proteger nossa comunidade. Hoje, convido a cada um a tomar a decisão de ser uma linha de defesa ativa em nossa igreja. Unidos, seremos inabaláveis.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Pregador e seus Críticos</title>
		<link>https://prgreyck.com.br/discipulado-crescendo-em-cristo/o-pregador-e-seus-criticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Prgreyck]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 12:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discipulado Crescendo em Cristo]]></category>
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					<description><![CDATA[O PREGADOR E SEUS CRÍTICOS 2 Co 2:14; Tg 2:23 By Pr. Márcio Greyck Se você está interessado em ser o melhor pastor/líder que puder e em levar as pessoas a um novo plano de excelência na jornada com Cristo, esta série “MENTORING PASTORAL” poderá lhe ajudar na realização desse sonho. Este é um material &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://prgreyck.com.br/discipulado-crescendo-em-cristo/o-pregador-e-seus-criticos/"> <span class="screen-reader-text">O Pregador e seus Críticos</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>O PREGADOR E SEUS CRÍTICOS</strong></h1>
<h4 style="text-align: center;"><strong>2 Co 2:14; Tg 2:23</strong></h4>
<p style="text-align: right;"><strong><em>By Pr. Márcio Greyck</em></strong></p>
<p>Se você está interessado em ser o melhor pastor/líder que puder e em levar as pessoas a um novo plano de excelência na jornada com Cristo, esta série “<strong><em>MENTORING PASTORAL</em></strong>” poderá lhe ajudar na realização desse sonho. Este é um material a respeito de tornar-se líder de um ministério vibrante, apaixonante e eficaz, mas fique sabendo há um preço a ser pago no processo.</p>
<h4><strong>INTRODUÇÃO</strong></h4>
<p>Se você é um estudante fiel da Palavra de Deus, se você prega a verdade com o melhor de sua capacidade, e se você tenta o seu melhor para exemplificar qualidades semelhantes a Cristo, você nunca vai ser criticado. Bem, se você acredita nisso, provavelmente você vai querer ir em frente porque você está fazendo algo que nenhum outro pregador já fez, incluindo o próprio Cristo.</p>
<p>Na minha ingenuidade, eu costumava pensar que todo mundo amava o homem de Deus. Quero dizer, ele prega a Bíblia, ele pastoreia a alma, ele cuida do bem-estar espiritual do seu rebanho, ele incentiva os oprimidos; por que você não amaria alguém assim? Dennis Wholey afirma: &#8220;Esperar o mundo tratá-lo de forma justa só porque você é uma pessoa boa é como esperar que o touro não cobre de você porque você é um vegetariano&#8221;. Nem todo mundo valoriza o seu propósito, a sua paixão ou mesmo a sua pregação. E assumir que eles o fazem, o coloca em uma posição de ser derrubado.</p>
<p>A crítica é parte do pacote ministerial, e esperar qualquer coisa menos é trabalhar a partir de uma premissa de que somos melhores do que Cristo. Jesus viveu sob escrutínio constante durante todo o curso do seu ministério público. Seus motivos, sua mensagem, seus modos, seus métodos, sua missão &#8230; todos eles foram postos em causa pelas cabeças falantes religiosas de Seus dias. Eles não só o criticaram, eles realmente conspiraram contra Ele (ainda chamaram alguns para irem juntos, mas receberam um não). Eles mantiveram reuniões secretas sobre Ele e alistaram outros para o mesmo ponto de vista. Nada disso aconteceu até que ele começou a atingir as massas com a verdade. Ter um ministério público muitas vezes significa ter uma miséria pública.</p>
<p>&#8220;Para evitar críticas&#8221;, disse Elbert Hubbard, &#8220;não faça nada, não diga nada, e não seja nada&#8221;. Hoje alguns pastores ou líderes escolhem tomar distancia de seus liderados para evitar críticas e aborrecimentos, os pastores são alvos fáceis de críticas e ataques maldosos.</p>
<p>Por isso, alguns pastores levam o ministério sem alegria e desenvolve um relacionamento frio com os seus líderes ou igrejas, nestes casos desenvolvem:</p>
<ol>
<li>Falta de sensibilidade no ministério com a membresia;</li>
<li>Desenvolve uma memória curta, por que não aprende o nome dos seus liderados;</li>
<li>Desenvolve apenas um grupo de fãs, investindo em apenas programas e não tendo a verdadeira disciplina para o discipulado.</li>
</ol>
<p>Para refletir, de quem é a culpa? Dos pastores, dos líderes estarem desenvolvendo atitudes como está, dentro do ministério, veja quantos líderes rejeitam os cargos sabendo que é um chamado de Deus? É verdade, o baixo perfil, sob a mentalidade para o ministério podem satisfazer os caprichos do temperamental, mas há um juízo maior em jogo com essa abordagem: cair sob a crítica de Deus. Vamos encarar; a crítica é tecida no tecido do ministério público. Não há maneira de contornar isso.</p>
<h4><strong>I – </strong><strong>O ASPECTO DIFÍCIL DA CRÍTICA</strong></h4>
<p>Só porque você pode esperá-la, não diminui a sua força quando ela chega. Você pode ir ao médico sabendo que você precisa de uma injeção, inclusive esperando receber uma injeção; mas só porque você espera isso, não significa que não vai doer. A crítica fere, e o mais forte dos homens, quando submetido a sua força pode tornar-se enfraquecido por seu golpe.</p>
<p>A desvantagem do pregador é que as flechas vêm de todos os ângulos. Todos os aspectos da sua vida vão cair sob o microscópio espiritual de seu povo. Considere as diversas áreas de análise:</p>
<ol>
<li>Habilidades de liderança;</li>
<li>Habilidades administrativas;</li>
<li>Estilo de pregação e entrega;</li>
<li>Direção visionária;</li>
<li>Relacionamentos familiares;</li>
<li>Personalidade e Carisma;</li>
<li>Aparência e Características físicas;</li>
<li>Status Financeiro;</li>
<li>Amizades e Associações pessoais;</li>
<li>Gerenciamento de tempo;</li>
<li>Filosofias e convicções;</li>
</ol>
<p>A pregação é pessoal. E quando você toma uma decisão forte e toma uma posição às convicções, os críticos vão sair da carpintaria proverbial só para lhe dar um pedaço de suas mentes.</p>
<h4><strong>II –</strong><strong> O ASPECTO SAUDÁVEL DA CRÍTICA</strong></h4>
<p>A única coisa que devemos evitar é tentar evitar as críticas completamente. Nem todas as críticas são ruins. Por uma questão de fato, existem alguns momentos em que é necessário. Quando dada no espírito certo, com a motivação certa, sob as circunstâncias certas, a crítica pode ser o seu maior companheiro. A Bíblia diz: &#8220;Fiéis são as feridas de um amigo&#8221; (Provérbios 27:6).</p>
<p>Charles Spurgeon disse: &#8220;Que bênção será a crítica irritante de um homem sábio&#8221;. Abraham Lincoln declarou: &#8220;Aquele que tem o coração para ajudar tem o direito de criticar&#8221;. Se você tiver sorte o suficiente para ter um amigo que vai olhar além de sua sensibilidade e tentar ajudá-lo, mesmo quando dói, então você deve, com confiança, chamar esse homem de um amigo de verdade. Como um pregador, você terá que determinar quais críticos estão aí para machucá-lo e quais críticos têm sido dirigidos por Deus para ajudá-lo.</p>
<h4><strong>III – </strong><strong>O ASPECTO HUMILHANTE DA CRÍTICA</strong></h4>
<p>Pensar que estamos acima de melhoria é uma noção perigosa e enganosa. Podemos não gostar de admitir isso, mas uma das razões por que as críticas doem tanto é porque elas tocam uma das áreas mais sensíveis do nosso coração &#8211; a parte composta de orgulho.</p>
<p>Norman Vincent Peale alega precisamente, &#8220;O problema com a maioria de nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio do que salvos pela crítica&#8221;.</p>
<p>O fato de pensar que você não luta com um coração arrogante, na verdade, deriva de um coração cheio de orgulho; e tal orgulho precisa ser descoberto e destruído. Às vezes o orgulho só é exposto através da voz irritante e desagradável do crítico. É melhor cair sob o escrutínio do homem e ajustar em conformidade, do que resistir ao desenvolvimento de Deus e cair sob a sua ira. O contexto maior da nossa crítica é que Deus é o Oleiro Mestre que está trabalhando, moldando-nos para ser o tipo de pregador que precisamos ser. Há um cerne de verdade em todas as críticas.</p>
<h4><strong>CONCLUSÃO</strong></h4>
<p>Paulo colocou a promessa por escrito: “E graças a Deus, que sempre nos faz triunfar em Cristo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar o cheiro do seu conhecimento” (2Co 2:14). O pastor ou líder com foco único consegue resistir. A consagração traz a vitória. Uma vida consagrada é uma vida dedicada a um único propósito.</p>
<p>Tomo como exemplo Abraão pode não ter sabido para onde ia, mas sabia por quê. Deus o chamou. O plano de Deus era agora o propósito de Abraão. E propósito espiritual foi um grande motivador na vida do homem que foi chamado de “amigo de Deus” (Tg 2:23)</p>
<h5><strong> </strong><strong>APELO</strong></h5>
<p style="font-weight: 400;">Amigo líder, deixe Jesus ser o seu motivador de caráter, e derramar bençãos sobre você e sua família, seja no ministério, na igreja ou no seu lar.</p>
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